Minha lista de blogs
A ONG é um ato de amor de seus integrantes em relação a agricultura, pecuária e ecologia. The NGO is an act of love of its members in relation to agriculture and ecology. Why? Because doesn't we want to activity in second in importance to the survival of humans on Earth, which is farming, become the villain of the ecology, environment, biomes, oceans, rivers, lakes, and many others who go far help move here fed, and with joy and tranquility.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Jubarte deve ser enterrada na beira da praia de Capão Novo.
Geral
26/08/2010
21h29min
Jubarte deve ser enterrada na beira da praia de Capão Novo
Ossada da baleia ficará com a equipe do Ceclimar
O corpo da baleia jubarte, que morreu encalhada na praia de Capão Novo, passará a noite dentro do mar. Por volta das 7h desta sexta-feira, uma retroescavadeira da prefeitura de Capão da Canoa será usada para puxar o animal até um ponto na areia, onde será realizada necropsia. A análise deverá ajudar a identificar a causa da morte e o motivo que fez com que a jubarte ficasse presa nesse ponto do litoral gaúcho.
Jubarte deve ser enterrada na beira da praia de Capão Novo
Segundo o coordenador do centro de pesquisas do Instituto Baleia Jubarte, Milton Marcondes, ao mesmo tempo em que o corpo for sendo cortado, as equipes irão enterrar as partes em uma área na areia além da linha da maré, em buracos bastante profundos, para que não haja risco de contaminação. O veterinário salienta que a ossada será preservada.
— O pessoal do Ceclimar pediu para ficar com a ossada, para depois montar o esqueleto. A carcaça ficará dentro do mar até a manhã de sexta por causa da temperatura da água, que ajuda na preservação. E o procedimento será de ir cortando o corpo para necropsia, enquanto as partes serão enterradas na areia — explicou Marcondes.
De acordo com o veterinário, a morte da baleia jubarte foi confirmada por volta das 18h. Mesmo depois do anúncio, cerca de meia hora antes, as equipes ainda ficaram verificando os sinais vitais.
— Nós percebemos que ela parou de respirar. Mas a baleia, dentro da água, chega a ficar até 15 minutos nessa condição. Então eu tive que me aproximar da cabeça e fazer um teste encostando a mão no olho da baleia. Depois que constatamos que não havia reflexo, fechando ou mexendo o olho, eu tive certeza que havia morrido — relatou Milton Marcondes.
Jubarte deve ser enterrada na beira da praia de Capão Novo
Tristeza e aprendizado
As operações para tentar salvar a baleia mobilizaram equipes de diversos órgãos ambientais, pesquisadores, estudantes e populares. A jubarte de 25 toneladas e cerca de 11 metros encalhou no Litoral Norte no final de semana. Os biólogos conseguiram soltar o animal na terça-feira, mas ela voltou à beira da praia no dia seguinte, provavelmente por estar fraca e debilitada.
O veterinário Milton Marcondes conta que o resgate bem sucedido é raro, mas essa operação foi um bom exemplo de como proceder em futuros casos.
— A tristeza era nítida no rosto de todos que participaram. Mas ao mesmo tempo todos ficaram satisfeitos porque tudo foi feito. A sensação era de gratificação pelo esforço. Eles conseguiram salvar em um primeiro momento, o que já é uma coisa rara. Cada vez que isso acontece, nós avançamos um pouco em relação a esse tipo de experiência. É uma tristeza, mas um aprendizado para os próximos salvamentos — destacou o pesquisador do Instituto Baleia Jubarte."
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3019617.xml
Humpback should be buried on the shore of New Capon
Whale carcass will stay with the team Ceclimar
The body of the humpback whale stranded on the beach who died in New Capon, spend the night in the sea. At about 7 am this Friday, a backhoe from the City of Capon's Canoe will be used to pull the animal to a point in the sand, where autopsies will be performed. The analysis should help identify the cause of death and the reason that caused the humpback were stuck at this point the coast gaucho.
Humpback should be buried on the shore of New Capon
According to the coordinator of the research center's Institute, Milton Marcondes, while the body is being cut, teams will bury the parts in an area in the sand beyond the tide line, in holes deep enough so that there is no risk of contamination. The vet states that the bones will be preserved.
- The staff of Ceclimar asked to keep the bones, then assemble the skeleton. The housing will be in the sea until Friday morning because of water temperature, which aids in preservation. And the procedure is going to cut the body for autopsy, while the parties will be buried in the sand - Marcondes said.
According to the veterinarian, the humpback whale's death was confirmed at around 18h. Even after the announcement, about half an hour before the teams were still checking their vital signs.
- We realized that she stopped breathing. But the whale into the water, enough to stay up 15 minutes in that condition. So I had to get closer to the head and do a test by hand touching the eye of the whale. Once I found that there was no reflection, closing or moving the eye, I was sure he had died - Milton Marcondes reported.
Humpback should be buried on the shore of New Capon
Sadness and learning
Operations to try to save the whale mobilized teams of various environmental agencies, researchers, students and popular. The 25-ton humpback and about 11 meters ran aground on the north coast over the weekend. Biologists were able to release the animal on Tuesday, but she returned to the beach the next day, probably for being weak and feeble.
The veterinarian Milton Marcondes account that the successful rescue is rare, but this operation was a good example of how to proceed in future cases.
- The sadness was clear on the face of everyone who participated. But while everyone was happy because everything was done. The feeling of reward for effort. They managed to save at first, which is already a rare thing. Every time that happens, we move a little for that kind of experience. It is a sadness, but a learning experience for the next rescue - the researcher of the Humpback Whale Institute. "
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3019617.xml
Buckelwale sollten am Ufer des New Capon begraben werden.
General
26/08/2010
21.29 Uhr
Buckelwale sollten am Ufer des New Capon begraben werden
Whale Korpus wird mit dem Team zu bleiben Ceclimar
Der Körper der Buckelwal, der am Strand in New Capon starb gestrandet, verbringen die Nacht im Meer. Bei etwa 7 an diesem Freitag, ein Löffelbagger aus der Stadt Capon's Canoe Uhr wird verwendet, um das Tier zu einem Punkt in den Sand, wo Autopsien durchgeführt werden sollen ziehen werden. Die Analyse sollte zur Ermittlung der Todesursache und der Grund dafür, dass die Buckelwale verursacht wurden an dieser Stelle der Küste Gaucho stecken.
Buckelwale sollten am Ufer des New Capon begraben werden
h Angaben der Koordinatorin des Forschungszentrums im Institut, Milton Marcondes, während der Körper geschnitten ist, wird begraben Teams die Teile in einem Bereich, in den Sand über die Flut Linie, in die Löcher tief genug, so dass es besteht keine Gefahr der Kontamination. Der Tierarzt erklärt, dass die Knochen konserviert werden.
- Das Personal der Ceclimar gebeten, den Knochen zu halten, dann das Skelett zusammenbauen. Das Gehäuse wird in das Meer bis zum Freitagmorgen wegen der Wassertemperatur, die in der Erhaltung AIDS. Und das Verfahren wird der Körper für die Autopsie schneiden, während die Parteien in den Sand gesteckt werden - Marcondes sagte.
Laut dem Tierarzt wurde der Buckelwal Tod bei ca. 18h bestätigt. Auch nach der Ankündigung, etwa eine halbe Stunde, bevor die Teams waren noch die Überprüfung ihrer Vitalfunktionen.
- Wir erkannten, dass sie aufgehört zu atmen. Aber der Wal ins Wasser, genug, um zu bleiben 15 Minuten in diesem Zustand. Also musste ich näher an den Kopf bekommen und machen Sie einen Test mit der Hand berühren das Auge des Wals. Einmal fand ich, dass es keine Reflexion, Schließung oder das Auge zu bewegen, war ich sicher, dass jemand gestorben war - Milton Marcondes gemeldet.
Buckelwale sollten am Ufer des New Capon begraben werden
Traurigkeit und Lernen
Operations, zu versuchen, den Wal zu retten mobilisiert Teams von verschiedenen Umweltorganisationen, Wissenschaftlern, Studenten und beliebt. Die 25-Tonnen-Buckel-und etwa 11 Meter auf Grund lief an der Nordküste über das Wochenende. Biologen konnten Freilassung des Tieres am Dienstag, aber sie zurück an den Strand am nächsten Tag, wahrscheinlich als schwach und lasch.
Der Tierarzt Milton Marcondes Rechnung, dass die erfolgreiche Rettung ist selten, aber diese Operation war ein gutes Beispiel dafür, wie in künftigen Fällen zu verfahren.
- Die Trauer war auf dem Gesicht von jedem Teilnehmer klar. Doch während jeder war glücklich, weil alles, was getan wurde. Das Gefühl der Belohnung für die Anstrengung. Sie schafften es auf den ersten zu retten, was schon eine seltene Sache. Jedes Mal, wenn das geschieht, bewegen wir uns ein wenig für diese Art von Erfahrung. Es ist eine Traurigkeit, sondern ein Lernprozess für die nächsten Rettungs - die Forscher des Instituts Buckelwal. "
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3019617.xml
Morre baleia jubarte encalhada há quatro dias em Capão Novo.
"Biólogos irão coletar material para tentar identificar a causa da morte
Foi confirmada no final da tarde desta quinta-feira a morte da baleia jubarte, que encalhou na praia de Capão Novo, no litoral norte gaúcho. As amarras que prendiam o animal do animal foram retiradas. O corpo será puxado até um ponto na areia para coleta de material.
Segundo a bióloga do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), Cariane Campos Trigo, as análises que deverão determinar a causa da morte começarão amanhã.
— Vamos coletar o máximo de material possível para descobrir a causa da morte. Mas isso deve ser feito somente amanhã. O procedimento padrão seria enterrar. Mas a única coisa que já sabemos até agora é que o esqueleto será preservado — explicou a bióloga.
A jubarte de 25 toneladas e cerca de 11 metros encalhou no Litoral Norte gaúcho no final de semana. Os biólogos conseguiram soltar o animal na terça-feira, mas ela voltou à beira da praia no dia seguinte, provavelmente por estar fraca e debilitada."
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3019048.htm
Foi confirmada no final da tarde desta quinta-feira a morte da baleia jubarte, que encalhou na praia de Capão Novo, no litoral norte gaúcho. As amarras que prendiam o animal do animal foram retiradas. O corpo será puxado até um ponto na areia para coleta de material.
Segundo a bióloga do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), Cariane Campos Trigo, as análises que deverão determinar a causa da morte começarão amanhã.
— Vamos coletar o máximo de material possível para descobrir a causa da morte. Mas isso deve ser feito somente amanhã. O procedimento padrão seria enterrar. Mas a única coisa que já sabemos até agora é que o esqueleto será preservado — explicou a bióloga.
A jubarte de 25 toneladas e cerca de 11 metros encalhou no Litoral Norte gaúcho no final de semana. Os biólogos conseguiram soltar o animal na terça-feira, mas ela voltou à beira da praia no dia seguinte, provavelmente por estar fraca e debilitada."
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a3019048.htm
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Por quê determindas baleias ficam desorientadas no mar???
Especialistas avaliam novo resgate de baleia jubarte encalhada no RS
Lucas Azevedo
Especial para o UOL Notícias
Em Porto Alegre
A baleia jubarte encalhada na costa do Rio Grande do Sul está consciente e seu estado de saúde surpreende biólogos e veterinários. Apesar de o animal ainda correr risco de morte, os especialistas avaliam a possibilidade de uma nova operação de resgate.
Na manhã de hoje, alguns testes foram feitos, e foi verificado que o animal possui reflexos regulares, embora diminuídos. Sua saúde nutricional é boa e seu corpo não possui ferimentos graves. Um dos receios da equipe era de que a operação de resgate de terça-feira tivesse ferido o animal, o que não ocorreu.
“O estado de saúde dela é melhor do que imaginamos pelo tempo que está na areia. Ela está mais fraca do que no primeiro dia e ainda pode vir a morrer a qualquer momento. Mas existe a possibilidade de um novo resgate”, avalia o biólogo Paulo Henrique Ott, professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs),
Segundo o especialista, durante a tarde será discutida a viabilidade de uma nova operação logística para o desencalhe da jubarte.
Encalhada desde sábado na praia de Capão Novo, no litoral norte gaúcho, a baleia foi libertada com o auxílio de dois rebocadores na tarde de terça-feira. No entanto, ontem ela amanheceu novamente presa, no mesmo lugar onde estava no dia anterior.
O novo encalhe pode ter sido devido à sua desorientação. A baleia não conseguiu ultrapassar todos os bancos de areia até chegar em alto mar.
Com a chegada a Capão Novo, na tarde de ontem, de uma nova equipe de especialistas que fazem parte de uma rede que monitora os mamíferos marinhos no país, foi possível saber mais sobre o animal. Trata-se de uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae) de 12 metros de comprimento e cerca de 25 toneladas. Os veterinários não conseguiram determinar seu sexo, mas, pelo comprimento, seria um exemplar adulto, entre cinco e seis anos de idade.
No final da manhã, um boletim sobre o estado de saúde da baleia, assinado pelo veterinário do Instituto Baleia Jubarte Milton Marcondes, foi emitido. Segundo o relatório, o animal está consciente, “acompanhando com os olhos o movimento das pessoas ao seu redor”. Entretanto, seu quadro é grave e piora com o passar do tempo.
“A situação é grave e o prognostico é reservado. Não é possível avaliar se o animal teria chance de sobrevivência no caso de se conseguir colocá?lo de volta ao mar, porém o seu bom estado nutricional e a ausência de ferimentos tornam uma segunda tentativa de resgate uma opção a ser cogitada”, conclui o informe.
Lucas Azevedo
Especial para o UOL Notícias
Em Porto Alegre
Baleia jubarte encalhada no RS tem 12 metros de comprimento e pesa cerca de 25 toneladas
A baleia jubarte encalhada na costa do Rio Grande do Sul está consciente e seu estado de saúde surpreende biólogos e veterinários. Apesar de o animal ainda correr risco de morte, os especialistas avaliam a possibilidade de uma nova operação de resgate.
Na manhã de hoje, alguns testes foram feitos, e foi verificado que o animal possui reflexos regulares, embora diminuídos. Sua saúde nutricional é boa e seu corpo não possui ferimentos graves. Um dos receios da equipe era de que a operação de resgate de terça-feira tivesse ferido o animal, o que não ocorreu.
“O estado de saúde dela é melhor do que imaginamos pelo tempo que está na areia. Ela está mais fraca do que no primeiro dia e ainda pode vir a morrer a qualquer momento. Mas existe a possibilidade de um novo resgate”, avalia o biólogo Paulo Henrique Ott, professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs),
Segundo o especialista, durante a tarde será discutida a viabilidade de uma nova operação logística para o desencalhe da jubarte.
Encalhada desde sábado na praia de Capão Novo, no litoral norte gaúcho, a baleia foi libertada com o auxílio de dois rebocadores na tarde de terça-feira. No entanto, ontem ela amanheceu novamente presa, no mesmo lugar onde estava no dia anterior.
O novo encalhe pode ter sido devido à sua desorientação. A baleia não conseguiu ultrapassar todos os bancos de areia até chegar em alto mar.
Com a chegada a Capão Novo, na tarde de ontem, de uma nova equipe de especialistas que fazem parte de uma rede que monitora os mamíferos marinhos no país, foi possível saber mais sobre o animal. Trata-se de uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae) de 12 metros de comprimento e cerca de 25 toneladas. Os veterinários não conseguiram determinar seu sexo, mas, pelo comprimento, seria um exemplar adulto, entre cinco e seis anos de idade.
No final da manhã, um boletim sobre o estado de saúde da baleia, assinado pelo veterinário do Instituto Baleia Jubarte Milton Marcondes, foi emitido. Segundo o relatório, o animal está consciente, “acompanhando com os olhos o movimento das pessoas ao seu redor”. Entretanto, seu quadro é grave e piora com o passar do tempo.
“A situação é grave e o prognostico é reservado. Não é possível avaliar se o animal teria chance de sobrevivência no caso de se conseguir colocá?lo de volta ao mar, porém o seu bom estado nutricional e a ausência de ferimentos tornam uma segunda tentativa de resgate uma opção a ser cogitada”, conclui o informe.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/08/26/especialistas-avaliam-novo-resgate-de-baleia-jubarte-encalhada-no-rs.jhtm
terça-feira, 24 de agosto de 2010
ONG ECOLOGIA E AGROPECUÁRIA DE MÃOS DADAS - NGO ECOLOGY AND RURAL SECTORS IN HANDS
ONG ECOLOGIA E AGROPECUÁRIA DE MÃOS DADAS:
e-mail: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Abraços.
NGO ECOLOGY AND RURAL SECTORS IN HANDS:
Email: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows Live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Hugs.
e-mail: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Abraços.
NGO ECOLOGY AND RURAL SECTORS IN HANDS:
Email: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows Live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Hugs.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Óleo de fritura contamina o meio ambiente - Frying oil contaminates the environment
"20/08/2010
17h53min
Por isso, projeto de recolhimento da Prefeitura de Porto Alegre aumenta número de pontos de coletaThais D'Ávila
Porto Alegre (RS)
Depois de integrar o preparo de muitos pratos da alimentação do brasileiro, o óleo de fritura se torna um problema para o meio ambiente. Com alto poder contaminante, é alvo de um projeto de recolhimento da Prefeitura de Porto Alegre, que está aumentando o número de pontos de coleta.
Cada litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água. No município, cada habitante consome em média um litro de óleo de cozinha por mês. Boa parte deste volume vai pelo ralo da pia ou no vaso sanitário, tendo como destino final as fontes de captação de água.
— Além de provocar o entupimento das tubulações, provoca a poluição hídrica e, sendo óleo, uma substância de não se mistura com água, também forma uma película que impede a entrada de oxigênio nos recursos hídricos — diz a coordenadora do projeto de entrega de óleo de fritura, Marisa Power.
Foi para reduzir esse impacto que a Prefeitura criou em 2007 o projeto de entrega de óleo de fritura, e instalou pontos de coleta em mais de 140 locais na cidade. Atualmente, são entregues 14 mil litros por mês. Para aumentar esse volume, é preciso conscientização.
— Reciclando ele, nós estamos fazendo a destinação adequada, evitando a poluição hídrica, a contaminação do meio ambiente e também transtornos à população — defende Marisa.
O óleo é recolhido gratuitamente nos postos de coleta e purificado por uma empresa que vende o produto para usinas de biodiesel. Tudo é feito sem processos químicos e com muitos cuidados como o tratamento de efluentes, já que 40% do que chega está misturado com água e resíduos de alimentos. São processados 140 mil litros de óleo por mês, mas há espaço para muito mais.
— Embora a gente esteja fazendo um trabalho de conscientização, nós estimamos que estamos recolhendo em torno de 20% do óleo descartado no Estado — avalia o supervisor de logística Paulo Roberto Lobato.
Na área rural de porto alegre, a Associação dos Pescadores e Piscicultores do Extremo Sul também aposta na reciclagem. Além do pescado, a agroindústria da associação produz bolinhos de peixe, vendidos para a merenda escolar e também em um quiosque no centro da cidade. O óleo utilizado na fritura dos bolinhos está sendo armazenado e vai se transformar em biodiesel para abastecer os barcos. A preocupação com o descarte correto do óleo é grande.
— Cada litro que é despejado, que vai cair na Lagoa dos Patos, prejudica demais a produção do pescado. A gente tem sentido isso ao longo dos anos — diz o presidente da associação, Roberto Superti."
http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2§ion=Canal Rural&id=3012482&action=noticias
Frying oil contaminates the environment
Therefore, design of payment of Porto Alegre City Council increases the number of points coletaThais Avila
Porto Alegre (RS)
After integrating the preparation of many dishes of the Brazilian diet, the frying oil becomes a problem for the environment. With highly pollutant, is target of a project for collection of the Municipality of Porto Alegre, which is increasing the number of sampling points.
Each liter of oil can contaminate up to one million liters of water. In the city, on average each inhabitant consumes one liter of cooking oil per month. Much of this volume goes down the drain in the sink or toilet, destined for the sources of water abstraction.
- In addition to causing the clogging of pipes, causes water pollution and, oil, a substance does not mix with water, also forms a film that prevents the entry of oxygen in water - says the project coordinator to deliver oil frying, Marisa Power.
Was to reduce the impact that the City Council created the project in 2007 to deliver oil for frying, and set up collection points in over 140 locations in the city. Currently, they are delivered 14,000 liters per month. To increase this volume, we need awareness.
- Recycling it, we are making the appropriate destination, avoiding water pollution, environmental contamination and also inconvenience for the people - advocates Marisa.
The oil is collected free of charge at collection points and purified by a company that sells the product for biodiesel plants. Everything is made without chemical processes and with great care as the treatment of effluents, since 40% of what arrives is mixed with water and food wastes. Are processed 140,000 liters of oil per month, but there is room for more.
- Although we are making a conscientious work, we estimate that we collect about 20% of oil dropped in the state - evaluates the logistic supervisor Roberto Lobato.
In the rural area of Porto Alegre, the Association of Fishermen and Fish Farmers of the South End is also betting on recycling. Besides fish, the agribusiness association produces fish cakes, sold in school meals and also at a kiosk in the city center. The oil used in frying the cookies are being stored and will turn into biodiesel to fuel the boats. Concern for the correct disposal of oil is great.
- Each liter is dumped, it will fall in the Patos Lagoon, affect the production of other fish. We have felt it over the years - says the association's president, Roberto Superti.
17h53min
http://pt.petitchef.com/receitas/fritto-misto-di-mare-fid-232679
Por isso, projeto de recolhimento da Prefeitura de Porto Alegre aumenta número de pontos de coletaThais D'Ávila
Porto Alegre (RS)
Depois de integrar o preparo de muitos pratos da alimentação do brasileiro, o óleo de fritura se torna um problema para o meio ambiente. Com alto poder contaminante, é alvo de um projeto de recolhimento da Prefeitura de Porto Alegre, que está aumentando o número de pontos de coleta.
Cada litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água. No município, cada habitante consome em média um litro de óleo de cozinha por mês. Boa parte deste volume vai pelo ralo da pia ou no vaso sanitário, tendo como destino final as fontes de captação de água.
— Além de provocar o entupimento das tubulações, provoca a poluição hídrica e, sendo óleo, uma substância de não se mistura com água, também forma uma película que impede a entrada de oxigênio nos recursos hídricos — diz a coordenadora do projeto de entrega de óleo de fritura, Marisa Power.
Foi para reduzir esse impacto que a Prefeitura criou em 2007 o projeto de entrega de óleo de fritura, e instalou pontos de coleta em mais de 140 locais na cidade. Atualmente, são entregues 14 mil litros por mês. Para aumentar esse volume, é preciso conscientização.
— Reciclando ele, nós estamos fazendo a destinação adequada, evitando a poluição hídrica, a contaminação do meio ambiente e também transtornos à população — defende Marisa.
O óleo é recolhido gratuitamente nos postos de coleta e purificado por uma empresa que vende o produto para usinas de biodiesel. Tudo é feito sem processos químicos e com muitos cuidados como o tratamento de efluentes, já que 40% do que chega está misturado com água e resíduos de alimentos. São processados 140 mil litros de óleo por mês, mas há espaço para muito mais.
— Embora a gente esteja fazendo um trabalho de conscientização, nós estimamos que estamos recolhendo em torno de 20% do óleo descartado no Estado — avalia o supervisor de logística Paulo Roberto Lobato.
Na área rural de porto alegre, a Associação dos Pescadores e Piscicultores do Extremo Sul também aposta na reciclagem. Além do pescado, a agroindústria da associação produz bolinhos de peixe, vendidos para a merenda escolar e também em um quiosque no centro da cidade. O óleo utilizado na fritura dos bolinhos está sendo armazenado e vai se transformar em biodiesel para abastecer os barcos. A preocupação com o descarte correto do óleo é grande.
— Cada litro que é despejado, que vai cair na Lagoa dos Patos, prejudica demais a produção do pescado. A gente tem sentido isso ao longo dos anos — diz o presidente da associação, Roberto Superti."
http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2§ion=Canal Rural&id=3012482&action=noticias
Frying oil contaminates the environment
Therefore, design of payment of Porto Alegre City Council increases the number of points coletaThais Avila
Porto Alegre (RS)
After integrating the preparation of many dishes of the Brazilian diet, the frying oil becomes a problem for the environment. With highly pollutant, is target of a project for collection of the Municipality of Porto Alegre, which is increasing the number of sampling points.
Each liter of oil can contaminate up to one million liters of water. In the city, on average each inhabitant consumes one liter of cooking oil per month. Much of this volume goes down the drain in the sink or toilet, destined for the sources of water abstraction.
- In addition to causing the clogging of pipes, causes water pollution and, oil, a substance does not mix with water, also forms a film that prevents the entry of oxygen in water - says the project coordinator to deliver oil frying, Marisa Power.
Was to reduce the impact that the City Council created the project in 2007 to deliver oil for frying, and set up collection points in over 140 locations in the city. Currently, they are delivered 14,000 liters per month. To increase this volume, we need awareness.
- Recycling it, we are making the appropriate destination, avoiding water pollution, environmental contamination and also inconvenience for the people - advocates Marisa.
The oil is collected free of charge at collection points and purified by a company that sells the product for biodiesel plants. Everything is made without chemical processes and with great care as the treatment of effluents, since 40% of what arrives is mixed with water and food wastes. Are processed 140,000 liters of oil per month, but there is room for more.
- Although we are making a conscientious work, we estimate that we collect about 20% of oil dropped in the state - evaluates the logistic supervisor Roberto Lobato.
In the rural area of Porto Alegre, the Association of Fishermen and Fish Farmers of the South End is also betting on recycling. Besides fish, the agribusiness association produces fish cakes, sold in school meals and also at a kiosk in the city center. The oil used in frying the cookies are being stored and will turn into biodiesel to fuel the boats. Concern for the correct disposal of oil is great.
- Each liter is dumped, it will fall in the Patos Lagoon, affect the production of other fish. We have felt it over the years - says the association's president, Roberto Superti.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Fruta rara tem safra de quatro em quatro anos - Rare fruit crop has four years.
+9"Até mesmo em institutos de pesquisa, o caramuri, do baixo Amazonas, é uma "ilustre desconhecida"
Manaus, 23 de Fevereiro de 2010
Gerson Severo Dantas
O caramuri tem uma certa semelhança com o abiu, como a semente e a textura da polpa. A diferença está em não ser ‘grudento’ e de sabor extremamente doce, ideal para o preparo de mousses e cremes. (Foto: Antônio Lima)
Os biólogos estimam que existe 1,8 milhão de espécies de animais e vegetais catalogados na Terra e ainda de 10 a 40 milhões que não foram sequer descritas. Boa parte dos vegetais está na Amazônia, região que concentra a maior biodiversidade do planeta e uma prova desse desconhecimento é o caramuri. Fruta de polpa muito doce, cuja safra dá de quatro em quatro anos e apenas na região do baixo Amazonas, predominantemente no Município de Maués, o caramuri é uma ilustre desconhecida no universo das frutas amazônicas, mesmo em institutos de pesquisa.
Nascido na terra do guaraná, o contador Beto Mafra conhece o caramuri desde pequeno e, este ano, aproveitou a super safra que "invadiu" os mercados e feiras de Maués e trouxe alguns exemplares para distribuir a amigos pesquisadores.
"Eles levaram para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e para a Embrapa. Ninguém conhecia", conta.
Conforme Beto, o caramuri parece ser um parente do abiu, pois tem polpa e caroço semelhantes, mas sem aquela substância que faz os lábios colam. A árvore do caramuri nasce no meio da mata, em regiões de floresta densa, tem o tamanho equivalente ao de uma mangueira e o fruto individual espalha-se pelos galhos. "Pelo meu conhecimento, ela só dá no baixo Amazonas e de quatro em quatro anos, coincidentemente em anos de Copa do Mundo e de eleições presidenciais", relata Beto.
Cumidia
Na região, a frutinha é conhecida pelos caboclos por servir de "cumidia", local onde animais silvestres vão para comer o fruto, que é muito apreciado por antas, cotias, pacas e até macacos. Segundo relato de Beto Mafra, onde tem caramuri tem bichos de caça e, "na cola", deles os caçadores do interior.
Beto Mafra conta que decidiu trazer alguns frutos para serem pesquisados após ver o sucesso do rambutã, fruta trazida da Malásia e adaptada à região e que hoje é vendida nas esquinas de Manaus. "Para que trazer uma fruta dessa se temos tantas aqui tão saborosas quanto?", questiona. "Manaus vai sediar uma Copa do Mundo e porque não apresentar uma fruta saborosa como o caramuri para o turista, uma fruta nossa, tão gostosa quanto qualquer outra? Agora é preciso pesquisar, conhecê-la e depois transformá-la em produto, em sorvete, pudim, doces, cremes, mousses, essas coisas", analisa.
Curiosidade
O fato de o Caramuri só aparecer nas feiras e mercados de Maués a cada quatro anos e coincidentemente em anos de eleição, fez o povo associá-lo a figura do político espertalhão. "O nosso caboclo é criativo e quando vê esse tipo de político que só aparece em ano de eleição vai logo dizendo: 'Olha alí um Caramuri!' Se for um senador, um governador, vira logo um Caramuri-açu",diverte-se Beto Mafra.
Potencial
De acordo com o engenheiro agrônomo Luiz Antônio Cruz, o trabalho de pesquisa sobre o caramuri deve iniciar pela investigação do ciclo de germinação, como é a multiplicação da espécie e se ela se reproduz pela semente ou por estaquia (galho). "Se for por semente, se é só jogar no chão ou se há um período de dormência? Se houver dormência, é preciso ser em frio ou calor, ou frio e calor em períodos alternados?", explica ele. Passada esta fase, salienta será investigado se de fato o caramuri só dá fruto de quatro em quatro anos e se isso é uma característica genética da espécie ou ocorre porque a árvore está em competição por luz e nutrientes no meio da floresta. "Numa terceira fase será preciso descobrir as características morfológicas, saber o PH, o teor de vitaminas e daí aferir o potencial econômico da fruta", salienta."
http://www.acritica.com/amazonia/Fruta-rara-safra_0_277172287.html
"Even in research institutes, the caramuri, the lower Amazon, is a" famous unknown "
Manaus, February 23, 2010
Gerson Severo Dantas
The caramuri has a certain resemblance to the abiu such as seed and pulp texture. The difference is not 'sticky' and extremely sweet taste, ideal for the preparation of mousses and creams. (Photo: Antonio Lima)
Biologists estimate that there 1.8 million species of animals and plants cataloged in the Earth and still 10 million to 40 million who were not even reported. Much of the plant is in the Amazon region that has the greatest biodiversity of the planet and a proof that ignorance is the caramuri. Fruit pulp is sweet, which gives crop every four years and only in the lower Amazon region, mostly in the city of Maués the caramuri is a famous unknown in the universe of Amazonian fruits, even in research institutes.
Born in the land of guarana, the counter Beto Mafra know caramuri since childhood and this year took the bumper crop that "invaded" the markets and fairs Maués and brought some copies to distribute to friends investigators.
"They took him to the National Institute for Amazonian Research (INPA) and Embrapa. Nobody knew," he says.
According to Bob, the caramuri seems to be a relative of abiu because it has similar pulp and seed, but without that substance that makes your lips stick. The tree of caramuri born in the forest, in areas of dense forest, is the size equivalent to a hose and fruit spreads by individual branches. "To my knowledge, it only occurs in the lower Amazon and every four years, coincidentally in World Cup year and presidential elections," says Bob.
Cumidia
In the region, the berry is known for caboclos to serve as "cumidia", where wild animals come to eat the fruit, which is much appreciated by tapirs, agoutis, paca, and even monkeys. According to report Beto Mafra, where he has caramuri animals and hunting, "the glue" these hunters of the interior.
Beto Mafra account that decided to bring some fruit to be searched after seeing the success of rambutan tree, fruit brought from Malaysia and adapted to the region and today is sold on street corners in Manaus. 'To bring a fruit that is we have so much here so tasty? "Questions. "Manaus will host a World Cup and why not make a tasty fruit as caramuri for the tourist, a fruit ours, as tasty as any other? Now you need to research, know it and then turn it into product, ice cream , pudding, pastries, custards, mousses and stuff "he says.
Curiosity
The fact that Caramuri only appear at fairs and markets Maués every four years and coincidentally in election years, made the people associate it with dodgy political figure. "Our caboclo is creative and when you see that kind of politician who only appears in an election year will soon saying, 'Look over there a Caramuri!" If a senator, a governor, soon turns into a Caramuri-afu, "laughs Beto Mafra
Potential
According to the agronomist Luiz Antonio Cruz, the research work on the caramuri should start by investigating the cycle of germination, as is the multiplication of the species and if it reproduces by seed or by cuttings (branch). "If it is by seed, it is only playing on the floor or if there is a dormancy period? If there is numbness, you must be cold or heat, or cold and heat over periods?" He explains. After this phase, points will be investigated if in fact the caramuri only bears fruit every four years and if this is a genetic trait of the species or occurs because the tree is in competition for light and nutrients in the forest. "In the third phase will be necessary to discover the morphological characteristics, namely the pH, the concentration of vitamins and then assess the economic potential of the fruit," he stresses. "
http://www.acritica.com/amazonia/Fruta-rara-safra_0_277172287.html
Manaus, 23 de Fevereiro de 2010
Gerson Severo Dantas
O caramuri tem uma certa semelhança com o abiu, como a semente e a textura da polpa. A diferença está em não ser ‘grudento’ e de sabor extremamente doce, ideal para o preparo de mousses e cremes. (Foto: Antônio Lima)
Os biólogos estimam que existe 1,8 milhão de espécies de animais e vegetais catalogados na Terra e ainda de 10 a 40 milhões que não foram sequer descritas. Boa parte dos vegetais está na Amazônia, região que concentra a maior biodiversidade do planeta e uma prova desse desconhecimento é o caramuri. Fruta de polpa muito doce, cuja safra dá de quatro em quatro anos e apenas na região do baixo Amazonas, predominantemente no Município de Maués, o caramuri é uma ilustre desconhecida no universo das frutas amazônicas, mesmo em institutos de pesquisa.
Nascido na terra do guaraná, o contador Beto Mafra conhece o caramuri desde pequeno e, este ano, aproveitou a super safra que "invadiu" os mercados e feiras de Maués e trouxe alguns exemplares para distribuir a amigos pesquisadores.
"Eles levaram para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e para a Embrapa. Ninguém conhecia", conta.
Conforme Beto, o caramuri parece ser um parente do abiu, pois tem polpa e caroço semelhantes, mas sem aquela substância que faz os lábios colam. A árvore do caramuri nasce no meio da mata, em regiões de floresta densa, tem o tamanho equivalente ao de uma mangueira e o fruto individual espalha-se pelos galhos. "Pelo meu conhecimento, ela só dá no baixo Amazonas e de quatro em quatro anos, coincidentemente em anos de Copa do Mundo e de eleições presidenciais", relata Beto.
Cumidia
Na região, a frutinha é conhecida pelos caboclos por servir de "cumidia", local onde animais silvestres vão para comer o fruto, que é muito apreciado por antas, cotias, pacas e até macacos. Segundo relato de Beto Mafra, onde tem caramuri tem bichos de caça e, "na cola", deles os caçadores do interior.
Beto Mafra conta que decidiu trazer alguns frutos para serem pesquisados após ver o sucesso do rambutã, fruta trazida da Malásia e adaptada à região e que hoje é vendida nas esquinas de Manaus. "Para que trazer uma fruta dessa se temos tantas aqui tão saborosas quanto?", questiona. "Manaus vai sediar uma Copa do Mundo e porque não apresentar uma fruta saborosa como o caramuri para o turista, uma fruta nossa, tão gostosa quanto qualquer outra? Agora é preciso pesquisar, conhecê-la e depois transformá-la em produto, em sorvete, pudim, doces, cremes, mousses, essas coisas", analisa.
Curiosidade
O fato de o Caramuri só aparecer nas feiras e mercados de Maués a cada quatro anos e coincidentemente em anos de eleição, fez o povo associá-lo a figura do político espertalhão. "O nosso caboclo é criativo e quando vê esse tipo de político que só aparece em ano de eleição vai logo dizendo: 'Olha alí um Caramuri!' Se for um senador, um governador, vira logo um Caramuri-açu",diverte-se Beto Mafra.
Potencial
De acordo com o engenheiro agrônomo Luiz Antônio Cruz, o trabalho de pesquisa sobre o caramuri deve iniciar pela investigação do ciclo de germinação, como é a multiplicação da espécie e se ela se reproduz pela semente ou por estaquia (galho). "Se for por semente, se é só jogar no chão ou se há um período de dormência? Se houver dormência, é preciso ser em frio ou calor, ou frio e calor em períodos alternados?", explica ele. Passada esta fase, salienta será investigado se de fato o caramuri só dá fruto de quatro em quatro anos e se isso é uma característica genética da espécie ou ocorre porque a árvore está em competição por luz e nutrientes no meio da floresta. "Numa terceira fase será preciso descobrir as características morfológicas, saber o PH, o teor de vitaminas e daí aferir o potencial econômico da fruta", salienta."
http://www.acritica.com/amazonia/Fruta-rara-safra_0_277172287.html
"Even in research institutes, the caramuri, the lower Amazon, is a" famous unknown "
Manaus, February 23, 2010
Gerson Severo Dantas
The caramuri has a certain resemblance to the abiu such as seed and pulp texture. The difference is not 'sticky' and extremely sweet taste, ideal for the preparation of mousses and creams. (Photo: Antonio Lima)
Biologists estimate that there 1.8 million species of animals and plants cataloged in the Earth and still 10 million to 40 million who were not even reported. Much of the plant is in the Amazon region that has the greatest biodiversity of the planet and a proof that ignorance is the caramuri. Fruit pulp is sweet, which gives crop every four years and only in the lower Amazon region, mostly in the city of Maués the caramuri is a famous unknown in the universe of Amazonian fruits, even in research institutes.
Born in the land of guarana, the counter Beto Mafra know caramuri since childhood and this year took the bumper crop that "invaded" the markets and fairs Maués and brought some copies to distribute to friends investigators.
"They took him to the National Institute for Amazonian Research (INPA) and Embrapa. Nobody knew," he says.
According to Bob, the caramuri seems to be a relative of abiu because it has similar pulp and seed, but without that substance that makes your lips stick. The tree of caramuri born in the forest, in areas of dense forest, is the size equivalent to a hose and fruit spreads by individual branches. "To my knowledge, it only occurs in the lower Amazon and every four years, coincidentally in World Cup year and presidential elections," says Bob.
Cumidia
In the region, the berry is known for caboclos to serve as "cumidia", where wild animals come to eat the fruit, which is much appreciated by tapirs, agoutis, paca, and even monkeys. According to report Beto Mafra, where he has caramuri animals and hunting, "the glue" these hunters of the interior.
Beto Mafra account that decided to bring some fruit to be searched after seeing the success of rambutan tree, fruit brought from Malaysia and adapted to the region and today is sold on street corners in Manaus. 'To bring a fruit that is we have so much here so tasty? "Questions. "Manaus will host a World Cup and why not make a tasty fruit as caramuri for the tourist, a fruit ours, as tasty as any other? Now you need to research, know it and then turn it into product, ice cream , pudding, pastries, custards, mousses and stuff "he says.
Curiosity
The fact that Caramuri only appear at fairs and markets Maués every four years and coincidentally in election years, made the people associate it with dodgy political figure. "Our caboclo is creative and when you see that kind of politician who only appears in an election year will soon saying, 'Look over there a Caramuri!" If a senator, a governor, soon turns into a Caramuri-afu, "laughs Beto Mafra
Potential
According to the agronomist Luiz Antonio Cruz, the research work on the caramuri should start by investigating the cycle of germination, as is the multiplication of the species and if it reproduces by seed or by cuttings (branch). "If it is by seed, it is only playing on the floor or if there is a dormancy period? If there is numbness, you must be cold or heat, or cold and heat over periods?" He explains. After this phase, points will be investigated if in fact the caramuri only bears fruit every four years and if this is a genetic trait of the species or occurs because the tree is in competition for light and nutrients in the forest. "In the third phase will be necessary to discover the morphological characteristics, namely the pH, the concentration of vitamins and then assess the economic potential of the fruit," he stresses. "
http://www.acritica.com/amazonia/Fruta-rara-safra_0_277172287.html
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Acredite se quiser, mas isto é 3º mundo: petróleo vaza há 50 anos na Nigéria
Grandes vazamentos de petróleo não são novidade na Nigéria. O Delta do Níger, onde a riqueza embaixo da terra é desproporcional à pobreza na superfície, é submetido, há 50 anos, ao equivalente a um derramamento do navio Exxon Valdez (de 41 milhões de litros, ocorrido no Alasca, em 1989) ao ano, segundo estimativas. O petróleo vaza quase todas as semanas, e alguns pântanos há muito tempo não têm mais vida.
É provável que nenhum outro lugar da Terra tenha sido tão castigado pelo petróleo, e os habitantes estão impressionados com a atenção constante que é dada ao vazamento do Golfo do México. Há poucas semanas, um duto da Royal Dutch Shell que havia estourado nos mangues foi fechado após vazar por dois meses: agora, não há um ser vivo em um mundo preto e marrom outrora povoado por camarões e caranguejos.
Não muito longe dali, há petróleo no Riacho Gio, de um vazamento de abril. Em Akwa Ibom, o vazamento de um duto da Exxon Mobil durou semanas.
Os vazamentos são causados por dutos enferrujados, nunca fiscalizados em razão de regulamentação ineficiente ou criminosa e afetados por manutenção deficiente e sabotagens. Apesar da maré negra, os protestos não são frequentes - no mês passado, os soldados que guardam um local da Exxon Mobil espancaram mulheres que realizavam uma manifestação. "Não temos a imprensa internacional para cobrir o que acontece aqui, então ninguém se preocupa", lamenta Emman Mbong, de Eket.
As crianças nadam no estuário poluído, os pescadores levam seus barcos cada vez mais longe e as mulheres do mercado andam com esforço entre os riachos de petróleo. "O petróleo da Shell está no meu corpo", afirmou Hannah Baage.
O fato de o desastre do golfo paralisar um país e um presidente que tanto admiram é motivo de espanto para as pessoas daqui. "O presidente Obama está preocupado com aquele vazamento!", comentou Claytus Kanyie, funcionário da prefeitura. "Ninguém está preocupado com este aqui." Ao longe, saía fumaça de um lugar onde, segundo Kanyie, funciona uma refinaria ilegal operada por ladrões de petróleo e protegida, ao que se fala, pelas forças de segurança nigerianas. Antes dos vazamentos, disse Kanyie, as mulheres de Bodo ganhavam a vida catando moluscos e mariscos nos pântanos.
Nada menos que 2 bilhões de litros vazaram no Delta do Níger nos últimos 50 anos ou cerca de 41 milhões ao ano, concluíram especialistas em relatório de 2006. Portanto, as pessoas daqui olham com compaixão a situação no golfo. "Sentimos muito por eles, mas é o que acontece aqui há 50 anos", disse Mbong.
Embora grande parte da área tenha sido destruída, restam muitos espaços imensos de verde. Os ambientalistas afirmam que, com um programa de recuperação intensiva, o delta poderia voltar a ser o que era.
A Nigéria produziu mais de 2 milhões de barris de petróleo ao dia, no ano passado, e em mais de 50 anos milhares de quilômetros de dutos foram instalados nos pântanos. A Shell, principal empresa exploradora, opera em milhares de quilômetros quadrados, segundo a Anistia Internacional. Colunas envelhecidas de válvulas nos poços de petróleo se destacam entre palmeiras. Às vezes o petróleo jorra delas, mesmo que os poços estejam desativados.
Caroline Wittgen, porta-voz da Shell em Lagos, disse: "Não discutimos os vazamentos", mas argumentou que a "vasta maioria" é provocada por sabotagem ou roubo, e apenas 2% por falhas dos equipamentos ou erro humano.
Reportagem publicada no jornal "O Estado de São Paulo".
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Porque os rios se transformaram em esgotos?
http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2009/03/rio-da-prata-3.jpg?w=500&h=333
Os rios e transformaram em esgotos porque o ser humano desvaloriza tudo que o que lhe dá mais um pouco de trabalho ou um pouco mais de gasto. Muito gasto?? O que custa uma fossa, ou um BIODIGESTOR, pequeno que seja diante de uma obra de um prédio ou de uma casa? Nada. Perto dos benefícios ambientais que esses equipamentos (fossa e bridigestor) trazem. Benefícios ambientais não, benefícios ao ser humano. Imaginem se um rio desses que temos em nossas cidades fosse despoluído. Que benefícios eles poderiam trazer a todos nós? Vários: água potável, pesca, lazer, e tantos outros. O cloro da suposta água potável que sai das nossas torneiras hoje em dia é um dos maiores responsáveis por casos de câncer no ser humano. Apesar de ser negado por muitos, estes tem que explicar porque o aumento desenfreado de casos de câncer no ser humano nos últimos. Logicamente ele não é o único responsável, mas um deles. Tanto se fala de "fome zero" e vários rios a disposição. Os peixes há muito não conseguiram resistir, e nós comemos aqueles peixes do supermercado que está congelado a não ser quanto tempo, e as vezes nem isso, somente resfriado e nem gosto de peixe tem. Imaginemos nós se as margens de nossos rios fossem mais um reduto de lazer das famílias como fazemos nas praias? Parece impossível de chegarmos um dia a isso. Tudo por causa da ganância financeira, ignorância, descaso, preguiça, e outras falhas de alguns seres humanos. Agora a principal pergunta: o que Deus pensa disso? Aquele nosso Pai que clamamos a ele nas piores horas. E os melhores filhos só clamam por ele nas melhores horas porque as piores esse filho não tem. Com certeza Deus não aprova mais esse comportamento.
sábado, 31 de julho de 2010
Tempestade de janeiro de 2005 derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia .
Um estudo realizado por cientistas brasileiros e norte-americanos concluiu que uma violenta tempestade de grande porte ocorrida em janeiro de 2005 causou a perda de mais de 500 milhões de árvores na Região Amazônica, o equivalente a três anos de desmatamento na Amazônia Legal.
Os dados foram computados utilizando-se imagens de satélites e relatos de habitantes que viviam próximos às áreas afetadas e refletem o ocorrido entre 16 e 18 de janeiro de 2005, quando uma vasta linha de instabilidade de 200 km de largura e 1000 km de comprimento vinda de sudoeste atravessou a bacia amazônica. O fenômeno provocou pesadas tempestades que causaram diversas vítimas fatais em Santarém, Manacapuru e Manaus.
Na ocasião, ventos verticais com até 140 km por hora partiram árvores ao meio. Em muitos casos, as árvores atingidas derrubaram outras espécies vizinhas, em um verdadeiro dominó de destruição.
O estudo será publicado esta semana na revista científica Geophysical Research Letters e foi elaborado por pesquisadores da ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, ligada à Universidade de São Paulo, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPA), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade estadual Paulista (UNESP) e Tulane University, de Nova Orleans, EUA.
Estudo
De acordo com o professor Edson Vidal, da ESALQ, existem em média 180 árvores por hectare na Região Amazônica. Segundo Vidal, a análise feita pelo INPE entre 2007 e 2009 mostrou que foram desmatados 32.026 quilômetros quadrados. Isso equivaleria à 576 milhões de árvores derrubadas no período da tempestade.
Estudos anteriores já atribuíam o aumento na mortalidade das árvores em 2005 à forte seca prolongada que atingiu parte da floresta, mas o novo estudo identificou novas áreas atingidas e que não haviam sido computadas na ocasião, incluindo quedas de grupo árvores menores que não são detectadas pelo satélite, mas foram relatadas pelas pesquisas de campo.
No entender de Robinson Negrón-Juárez, da Universidade de Tulane, nos três dias da tempestade, entre 441 e 663 milhões de árvores foram destruídas em toda a floresta. Isso equivale a três anos de desmatamento na região da Amazônia brasileira. Nas áreas mais atingidas constatou-se que cerca de 80% das árvores foram derrubadas.
"Tempestades destrutivas que se movem do nordeste em direção ao sudeste da Amazônia são relativamente comuns e ocorrem até quatro vezes por mês. Raras e pouco estudadas são os sistemas que sem movem em direção oposta, como esse que ocorreu em 2005", disse Negrón-Juárez.
Segundo os autores do trabalho, o estudo revelou perdas muito maiores do que se pensava e sugere que devido às mudanças climáticas, tempestades altamente destrutivas deverão se tornar mais comuns naquela região, destruindo mais árvores e aumentando ainda mais as concentrações de carbono na atmosfera.
No topo, troncos de árvores vivas são vistos dois anos depois que a forte tempestade varreu parte da bacia amazônica em janeiro de 2005. A tempestade abriu grandes clareiras na área da floresta próxima de Manaus. Na sequência, foto mostra o lago próximo à cidade amazônica de Manaquiri e reflete os efeitos da seca que se abateu sobre a região no mesmo ano. Crédito: Tulane University / Greenpeace / Apolo11.com.
Apolo11 - http://www.apolo11.com/clima.php?posic=dat_20100714-090759.inc
A study by Brazilian scientists and the U.S. concluded that a large violent storm occurred in January 2005 caused the loss of more than 500 million trees in the Amazon region, the equivalent of three years of deforestation in the Amazon.
The data were computed using satellite images and reports of residents who lived near the affected areas and reflects what occurred between 16 and January 18, 2005, when a large squall line of 200 km wide and 1000 km in length coming southwest across the Amazon basin. The phenomenon has caused heavy storms that caused several fatalities in Santarém, Manaus and Manacapuru.
On occasion, vertical winds up to 140 km per hour left trees in half. In many cases, trees toppled affected other neighboring species in a real domino destruction.
The study will be published this week in the journal Geophysical Research Letters, was conducted by researchers at ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, linked to the University of São Paulo, National Institute for Space Research (INPA), National Institute of Amazonian Research (INPA), Universidade Estadual Paulista (UNESP) and Tulane University, New Orleans, USA.
Study
According to Professor Edson Vidal, ESALQ, there are on average 180 trees per hectare in the Amazon region. According to Vidal, the analysis made by INPE between 2007 and 2009 showed that 32,026 km squares were cleared. That would amount to 576 million trees felled during the storm.
Previous studies have attributed the increase in tree mortality in 2005 to the prolonged drought that hit parts of the forest, but the new study identified new areas affected and had not been computed at the time, including falls group smaller trees that are not detected by satellite, but were reported by field research.
According to Robinson-Negrón Juárez, Tulane University, in three days the storm, between 441 and 663 million trees were destroyed in the entire forest. This equates to three years deforestation in the Amazon region of Brazil. In the worst affected areas found that about 80% of trees were felled.
"Destructive storms moving northeast toward the southeast of the Amazon are relatively common and occur up to four times per month. Rare and poorly studied systems are not moving in the opposite direction as that which occurred in 2005," said Negrón- Juárez.
According to the authors of the work, the study revealed much larger losses than previously thought and suggests that due to climate change, highly destructive storms will become more common in the region, destroying more trees and further increasing the carbon concentrations in the atmosphere.
At the top, tree trunks are seen two years after the powerful storm swept through part of the Amazon basin in January 2005. The storm opened large gaps in the forest area near Manaus. Following, photo shows the lake near the Amazon city of Manaquiri and reflects the effects of the drought that hit the region in the same year. Credit: Tulane University / Greenpeace / Apolo11.com.
sábado, 17 de julho de 2010
O ser humano não veio ao mundo de "carona": VEIO PARA DESTRUIR O QUE ESTÁ A SUA VOLTA! The man came not to "ride": CAME TO DESTROY WHAT'S YOUR TURN!
By Kristen Hays
HOUSTON (Reuters) - BP held on Wednesday the much-anticipated pressure test on the new pit cover Macondo, the Gulf of Mexico, where oil leaks for more than 80 days, said the chief U.S. official involved in the case .
Rear Admiral reserve Coast Guard Thad Allen said a more detailed analysis of the test and its possible ramifications instilled confidence that the activity will not exacerbate the problem.
"We will hold an order for BP to perform the integrity test the well, but we gave them some additional guidance. We did this to ensure they are taking due care (...), to make sure that we do not make any irreversible damage in hole of the pit. "
Earlier, Doug Suttle, chief operating BP exploration and production, told CNN that the company and scientists from the U.S. government decided late on Tuesday to postpone the test in 24 hours, fearing it would worsen the damage in the well and intensify leakage of gas and oil to the side.
The test, which will last 6-48 hours, requires the total cessation of the leak in order to evaluate the internal pressure. It is not known whether the blast pit on April 20, damaged his jacket, which would allow oil and gas to leak into soil.
Allen said on Wednesday that the seismic data collected on the day before "remove the possibility of a negative event" - the leakage of hydrocarbons by the seabed.
While the leak is not plugged, BP uses ducts to collect some of the material. Allen said this month fourth vessel will be mobilized to collect this oil. Even if the new cap containing the leak, the boats will be on hand to collect the material that may leak through the sides.
Nansen Saler, a former executive of Saudi Aramco, the world's oil, told Reuters on Wednesday that BP should drop test and continue collecting oil as a well is dug to help solve the problem once, which should only occur in mid-August.
"They already have a remedy relatively robust in operation. It is a safe option," he said.
Kent Wells, vice chairman of BP, said earlier that the excavation pit help would be paralyzed by the end of the test. "
"BP faz teste em poço danificado, diz almirante
Por Kristen Hays
HOUSTON (Reuters) - A BP realizará na quarta-feira o tão aguardado teste de pressão na nova tampa do poço Macondo, no golfo do México, de onde vaza petróleo há mais de 80 dias, disse a principal autoridade norte-americana envolvida no caso.
O contra-almirante da reserva da Guarda Costeira Thad Allen disse que uma análise mais detalhada do teste e das suas possíveis ramificações reforçou a confiança de que a atividade não irá agravar o problema.
"Vamos soltar uma ordem à BP para realizar o teste de integridade do poço, mas lhes demos algumas orientações adicionais. Fizemos isso para assegurar que eles estão tomando o devido cuidado (...), para assegurarmos de que não façamos qualquer dano irreversível no buraco do poço."
Horas antes, Doug Suttles, diretor-operacional da BP para exploração e produção, disse à CNN que a empresa e cientistas do governo dos EUA decidiram na tarde de terça-feira adiar o teste em 24 horas, temendo que ele agravasse o dano no poço e intensificasse o vazamento de gás e petróleo pelas laterais.
O teste, que vai durar de 6 a 48 horas, exige a interrupção total do vazamento, a fim de avaliar a pressão interna. Não se sabe se a explosão do poço em 20 de abril danificou o seu revestimento, o que permitiria que gás e petróleo vazem pelo solo.
Allen disse na quarta-feira que dados sísmicos coletados na véspera "removem a possibilidade de um evento negativo" - o vazamento dos hidrocarbonetos pelo leito marinho.
Enquanto o vazamento não é tampado, a BP usa dutos para recolher parte do material. Allen disse que ainda neste mês um quarto navio será mobilizado para coletar esse petróleo. Mesmo que a nova tampa contenha o vazamento, as embarcações ficarão a postos para recolher o material que eventualmente vaze pelas laterais.
Nansen Saleri, ex-executivo da empresa saudita Aramco, maior empresa mundial de petróleo, disse à Reuters na quarta-feira que a BP deveria desistir do teste e continuar coletando o petróleo enquanto é escavado um poço auxiliar que resolverá definitivamente o problema, o que só deve ocorrer em meados de agosto.
"Eles já têm um remédio relativamente robusto em operação. É uma opção segura", afirmou ele.
Kent Wells, vice-presidente da BP, dissera anteriormente que a escavação do poço auxiliar ficaria paralisada até o final do teste."
http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=24877475
http://files.nireblog.com/blogs1/viveraterra/files/crise-petroleo-oleo-global.jpg
quarta-feira, 14 de julho de 2010
NGO ECOLOGY AND RURAL SECTORS IN HANDS - ONG ECOLOGIA E AGROPECUÁRIA DE MÃOS DADAS
ONG ECOLOGIA E AGROPECUÁRIA DE MÃOS DADAS:
e-mail: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Abraços.
NGO ECOLOGY AND RURAL SECTORS IN HANDS:
Email: ongecologiaeagropecuariademaosdadas@hotmail.com
victor-zimmerman@hotmail.com
mariojorge9090@hotmail.com
Blogspot: http://ongecologiaeagropecuariademaosdadas.blogspot.com/
Windows Live: http://cid-e1d14667222dd330.profile.live.com/?sa=952901976
Hugs.
terça-feira, 13 de julho de 2010
O polvo, a natureza e Deus. The octopus, nature and God know everything.
O polvo, a natureza e Deus sabem de tudo. O interessante é que eles vivem sempre em harmonia.
The octopus, nature and God know everything. The interesting thing is that they always live in harmony.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
“Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.” Mark Boyle "Then, use fewer resources, use less money and a little more community. This, probably, the message that I would. "Mark Boyle
http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&site=homensmodernos.wordpress.com&url=http%3A%2F%2Fhomensmodernos.files.wordpress.com%2F2009%2F11%2Fmark-boyle-outside-his-ca-001.jpg&sref=http%3A%2F%2Fhomensmodernos.wordpress.com%2F2009%2F11%2F12%2Fpor-ai-voce-viveria-sem-grana%2Fmark-boyle-outside-his-ca-001%2F
Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz
Boyle vive em um trailer que ganhou de graça
Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.
Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.
Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.
“Foi o ano mais feliz da minha vida”, disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, “e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro”.
“Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto.”
A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido “fantástico”.
Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.
Ele também construiu um banheiro séptico – uma fossa - do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.
Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar – um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.
Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It (“Só por amor”, em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples “bondade”.
Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.
Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que “a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje”.
“Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela.”
Sua mensagem, diz ele, é: “consuma um pouco menos”.
“Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério.”
“Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.”
Boyle lives in a trailer that got free.
A British economist who spent the last 18 months living without money is releasing a book in June telling their experience (moneyless The Man or The Man Without Money, in free translation) and says he has never been so happy or healthy.
Mark Boyle started his experiment in November 2008, at 29 years, aiming to draw attention to excessive consumption and waste in Western society.
On occasion, he moved into a trailer that got free on the website of British trade Freecycle and went to work three days a week at a local farm in exchange for a place to park the trailer and a piece of land for planting subsistence.
Eighteen months later he says he does not think of going back to using cash and, with that gain from the sale of the book, want to buy a piece of land to build a community where other people willing to live without money, as he may live.
"It was the happiest years of my life," said Boyle, 12 months after starting the experiment, "and I see no reason to go back to a world driven by money."
"It was liberating. There are challenges, but I do not have the stress of a bank account, bills, traffic jams and long hours in a job which I dislike. "
The hardest part, he says, was to maintain a social life without money, yet it ranks as the year has been "fantastic."
Boyle continues to live in the trailer in Timsbury, southwest England, where he cooks on a stove fueled by wood and tin food crops in forests, and plant a few vegetables for their own consumption.
He also constructed a septic toilet - a pit - outside the trailer, where a wooden screen assures your privacy.
To ensure the electricity, Boyle uses solar panels. It also uses a solar shower - a water bag covered in black, which heats up under the sun.
Boyle has access to broadband Internet in exchange for services on a nearby farm, and created the site Just For The Love of It (Just for Love "in free translation), which promotes the exchange of services and loan of objects and tools among its members, the simple "goodness."
His idea is that people will rely more on each other and begin to help and exchange favor
To get experience, Boyle said he believes "the lack of relationship we have of what we consume is the first cause of throwaway culture we live in today."
"If we were to grow our own food, would not waste a third of it."
His message, he says, is "to consume a little less."
"I do not expect anyone to go to the extreme of what I did this year, but we have issues like the point of no return on climate change coming, and I believe we have to take these things seriously."
"Then, use fewer resources, use less money and a little more community. This is probably the message that I would. "
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100521_economistasemdinheiro_ba.shtml
Comportamento
Economista passa 18 meses vivendo sem dinheiro e diz que nunca foi tão feliz
Boyle vive em um trailer que ganhou de graça
Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro em junho contando a sua experiência (The Moneyless Man, ou O Homem Sem Dinheiro, em tradução livre) e diz que nunca foi tão feliz ou tão saudável.
Mark Boyle começou seu experimento em novembro de 2008, aos 29 anos, com o objetivo de chamar a atenção para o excesso de consumo e desperdício na sociedade ocidental.
Na ocasião, ele se mudou para um trailer que ganhou de graça no site de trocas britânico Freecycle e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência.
Dezoito meses depois ele afirma que não pensa em voltar a usar dinheiro e que, com o que ganhar com a venda do livro, pretende comprar um pedaço de terra para montar uma comunidade em que outras pessoas que queiram viver sem dinheiro, como ele, possam morar.
“Foi o ano mais feliz da minha vida”, disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, “e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro”.
“Foi libertador. Há desafios, mas não tenho o estresse de uma conta bancária, contas, engarrafamentos e longas horas em um trabalho do qual que não gosto.”
A parte mais difícil, conta ele, foi manter uma vida social sem dinheiro, mas ainda assim ele classifica o ano como tendo sido “fantástico”.
Boyle continua a viver no trailer em Timsbury, no sudoeste da Inglaterra, onde cozinha em um fogão de lata movido a lenha e colhe comida nas florestas, além de plantar alguns legumes para seu próprio consumo.
Ele também construiu um banheiro séptico – uma fossa - do lado de fora do trailer, onde um biombo de madeira garante sua privacidade.
Para garantir a eletricidade, Boyle usa painéis solares. Ele também usa um chuveiro solar – um saco de água coberto de preto, que esquenta sob o sol.
Boyle tem acesso à internet de banda larga em troca de serviços em uma fazenda próxima, e criou o site Just For The Love of It (“Só por amor”, em tradução livre), onde promove a troca de serviços e empréstimo de objetos e ferramentas entre seus membros, pela simples “bondade”.
Sua ideia é que as pessoas passem a confiar mais umas nas outras e comecem a se ajudar e trocar favores.
Ao começar a experiência, Boyle disse acreditar que “a falta de relação que temos do que consumimos é a primeira causa da cultura de desperdício que vivemos hoje”.
“Se tivéssemos que plantar nossa própria comida, não desperdiçaríamos um terço dela.”
Sua mensagem, diz ele, é: “consuma um pouco menos”.
“Não espero que ninguém vá ao extremo do que fiz neste ano, mas temos questões como o ponto sem retorno das mudanças climáticas chegando, e acredito que temos que levar essas coisas a sério.”
“Então, use menos recursos, use menos dinheiro e um pouco mais de comunidade. Essa, provavelmente, a mensagem que eu daria.”
Behavior
Economist spent 18 months living out of money and says he has never been so happy Boyle lives in a trailer that got free.
A British economist who spent the last 18 months living without money is releasing a book in June telling their experience (moneyless The Man or The Man Without Money, in free translation) and says he has never been so happy or healthy.
Mark Boyle started his experiment in November 2008, at 29 years, aiming to draw attention to excessive consumption and waste in Western society.
On occasion, he moved into a trailer that got free on the website of British trade Freecycle and went to work three days a week at a local farm in exchange for a place to park the trailer and a piece of land for planting subsistence.
Eighteen months later he says he does not think of going back to using cash and, with that gain from the sale of the book, want to buy a piece of land to build a community where other people willing to live without money, as he may live.
"It was the happiest years of my life," said Boyle, 12 months after starting the experiment, "and I see no reason to go back to a world driven by money."
"It was liberating. There are challenges, but I do not have the stress of a bank account, bills, traffic jams and long hours in a job which I dislike. "
The hardest part, he says, was to maintain a social life without money, yet it ranks as the year has been "fantastic."
Boyle continues to live in the trailer in Timsbury, southwest England, where he cooks on a stove fueled by wood and tin food crops in forests, and plant a few vegetables for their own consumption.
He also constructed a septic toilet - a pit - outside the trailer, where a wooden screen assures your privacy.
To ensure the electricity, Boyle uses solar panels. It also uses a solar shower - a water bag covered in black, which heats up under the sun.
Boyle has access to broadband Internet in exchange for services on a nearby farm, and created the site Just For The Love of It (Just for Love "in free translation), which promotes the exchange of services and loan of objects and tools among its members, the simple "goodness."
His idea is that people will rely more on each other and begin to help and exchange favor
To get experience, Boyle said he believes "the lack of relationship we have of what we consume is the first cause of throwaway culture we live in today."
"If we were to grow our own food, would not waste a third of it."
His message, he says, is "to consume a little less."
"I do not expect anyone to go to the extreme of what I did this year, but we have issues like the point of no return on climate change coming, and I believe we have to take these things seriously."
"Then, use fewer resources, use less money and a little more community. This is probably the message that I would. "
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100521_economistasemdinheiro_ba.shtml
sábado, 15 de maio de 2010
Com João Carlos Martins podemos constatar que existem pessoas que não são desse mundo. A história de João Carlos Martins é uma coisa indescritível, e dispensa mais comentários de nós ignorantes diante de tanta capacidade, e, principalmente, de tanta superação. Que Deus nos dê a mesma luz que ele lhe deu. PARABÉNS E FELICIDADES.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0d/Jo%C3%A3o_Carlos_Martins.jpg/200px-Jo%C3%A3o_Carlos_Martins.jpg
"João Carlos Martins
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
João Carlos Martins
Informação geral
Nome completo João Carlos Gandra da Silva Martins
Data de nascimento 1940 (70 anos)
Origem São Paulo, SP
País Brasil
Gêneros Música clássica
Instrumentos Piano
Período em atividade 1951 - atualmente
Influências Johann Sebastian Bach
Página oficial www.joaocarlosmartins.com.br
João Carlos Gandra da Silva Martins (São Paulo, 1940) é um pianista e regente brasileiro. É também avaliado como um grande especialista e intérprete da música de Johann Sebastian Bach.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Curiosidades
3 Ligações externas
4 Referências
[editar] Biografia
João Carlos[1] começou seus estudos ainda menino, no dia em que seu pai comprou um piano, com a professora Aida de Vuono. Aos oito anos, seu pai o inscreveu em um concurso para executar obras de Bach e ele venceu seu primeiro de tantos outros que estavam por vir. Começou a estudar no Liceu Pasteur e, com 11 anos, já estudava piano por seis horas diárias. Teve, no Liceu, aula com o maior professor de piano da época -- um russo radicado no Brasil, chamado José Kliass. Sempre buscou a perfeição para se tornar um verdadeiro intérprete. Venceu o concurso da Sociedade Brito de São Petersburgo. Seus primeiros concertos trouxeram a atenção de toda a crítica musical mundial. Foi escolhido no Festival Casals, dentre inúmeros candidatos das três Américas para dar o Recital Prêmio em Washington. Aos vinte anos estreou no Carnegie Hall, patrocinado por Eleanor Roosevelt. Tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Foi ele quem inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto.
Um amor tão grande pela música, uma dedicação tão intensa e meritória de admiração e respeito. João Carlos Martins viu-se por diversas vezes privado de seu contato com o piano, quando teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita em um acidente em um jogo de futebol em Nova Iorque.
Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão, mas com o correr dos anos desenvolveu a doença chamada LER, que ocorre devido a movimentos repetitivos e causa o estressamento de nervos. Novamente teve que parar de tocar, e dessa vez acreditou seria para sempre. Vendeu todos seus pianos e tornou-se treinador de boxe, querendo estar o mais longe possível do que sua carreira significava como músico. Mas sua incontrolável paixão o fez retornar, e realizou grandes concertos, comprou novos instrumentos e tentou utilizar o movimento de suas mãos criando um estilo único de tocar e aproveitar ao máximo a beleza das peças clássicas. Utilizou-se da mão esquerda para suas peças e obteve extremo sucesso com esta atitude.
Ao realizar um concerto em Sofia na Bulgária, sofreu um ataque em um assalto, e um golpe na cabeça lhe fez perder parte do movimento de mãos novamente. E ao se esforçar, sofria dores intensas em suas mãos, principalmente na esquerda. Novamente pensou que nunca mais voltaria a tocar. João perdeu anos de sua carreira em tratamentos, treinamentos e encontrou novamente uma nova maneira de tocar, utilizando os dedos que podia em cada mão, mas dia a dia podia tocar menos e menos com o estilo e maestria de antigamente.
Essa paixão de João Carlos pela música inspirou um documentário franco-alemão chamado Martins Passion, vencedor de quatro festivais internacionais -- FIPA DÓR 2004; BANFF ROCKIE AWARD 2004; CENTAURO com o melhor documentário de longa-metragem, S. Petersburgo; BEST DOCUMENTARY AWARD, Pocono Mountains Film Festival, USA.O documentário franco-alemão sobre a sua vida - "Paixão segundo Martins" - já foi visto por mais de um milhão e meio de pessoas na Europa. Também já foi exibido em algumas oportunidades na TV aberta no Brasil, no caso a TV Cultura.
“Eu estava sem rumo, em 2003, já sabendo que não poderia mais tocar nem com a mão esquerda. Sonhei então, que estava tocando piano, com o Eleazar de Carvalho, que me dizia: - vem para cá, que eu vou te ensinar a reger.” - palavras de João Carlos em uma entrevista.
Em maio de 2004, esteve em Londres regendo a English Chamber Orchestra, uma das maiores orquestras de câmara do mundo, numa gravação dos seis Concertos Branndenburguenses de Johann Sebastian Bach e, já em dezembro, realizou a gravação das Quatro Suites Orquestrais de Bach com a Bachiana Chamber Orchestra. Os dois primeiros CDs já foram lançados (lançamento internacional).
Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas das partituras dos concertos, João Carlos faz um trabalho minucioso de memorizar nota por nota, demonstrando ainda mais seu perfeccionismo e dedicação ao mundo da música.
João Carlos realiza,também, na Faculdade de Música da FAAM, um programa de introdução à música com jovens carentes.
A atuação de resgatar a música para as pessoas que conhecem ou ainda nunca tiveram contato com ela faz parte deste "momento mágico" em que vive o maestro João Carlos Martins. Trabalha diariamente com pessoas de todas as camadas por querer mostrar que realmente "A música venceu!". E consegue.
[editar] Curiosidades
Em fevereiro de 2004 o crítico inglês descreve na International Piano Magazine um episódio pitoresco que aconteceu na vida de João Carlos Martins, quando após um recital no Carnegie Hall, no final dos anos 60, recebeu uma recomendação de Salvador Dalí: "Diga a todos que você é o maior intérprete de Bach, algum dia vão acreditar. Faz muitos anos que digo ser o maior pintor do mundo e já há gente que acredita". O crítico termina dizendo que João Carlos Martins não teve que esperar tanto tempo.
No carnaval 2011, será homenageado pela escola de samba Vai-Vai, com o enredo A música venceu.
Recentemente, a TV Cultura exibiu o Roda Vida ao vivo com o Maestro, o qual entre tantas partes emocionantes, também utilizou um piano digital para algumas demonstrações.
Em 14 de maio de 2010, após último capítulo da novela Viver a Vida na Rede Globo, é apresentado o depoimento emocionante de João Carlos Martins
João Carlos Martins
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
João Carlos Martins
Informação geral
Nome completo João Carlos Gandra da Silva Martins
Data de nascimento 1940 (70 anos)
Origem São Paulo, SP
País Brasil
Gêneros Música clássica
Instrumentos Piano
Período em atividade 1951 - atualmente
Influências Johann Sebastian Bach
Página oficial www.joaocarlosmartins.com.br
João Carlos Gandra da Silva Martins (São Paulo, 1940) é um pianista e regente brasileiro. É também avaliado como um grande especialista e intérprete da música de Johann Sebastian Bach.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Curiosidades
3 Ligações externas
4 Referências
[editar] Biografia
João Carlos[1] começou seus estudos ainda menino, no dia em que seu pai comprou um piano, com a professora Aida de Vuono. Aos oito anos, seu pai o inscreveu em um concurso para executar obras de Bach e ele venceu seu primeiro de tantos outros que estavam por vir. Começou a estudar no Liceu Pasteur e, com 11 anos, já estudava piano por seis horas diárias. Teve, no Liceu, aula com o maior professor de piano da época -- um russo radicado no Brasil, chamado José Kliass. Sempre buscou a perfeição para se tornar um verdadeiro intérprete. Venceu o concurso da Sociedade Brito de São Petersburgo. Seus primeiros concertos trouxeram a atenção de toda a crítica musical mundial. Foi escolhido no Festival Casals, dentre inúmeros candidatos das três Américas para dar o Recital Prêmio em Washington. Aos vinte anos estreou no Carnegie Hall, patrocinado por Eleanor Roosevelt. Tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Foi ele quem inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto.
Um amor tão grande pela música, uma dedicação tão intensa e meritória de admiração e respeito. João Carlos Martins viu-se por diversas vezes privado de seu contato com o piano, quando teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita em um acidente em um jogo de futebol em Nova Iorque.
Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão, mas com o correr dos anos desenvolveu a doença chamada LER, que ocorre devido a movimentos repetitivos e causa o estressamento de nervos. Novamente teve que parar de tocar, e dessa vez acreditou seria para sempre. Vendeu todos seus pianos e tornou-se treinador de boxe, querendo estar o mais longe possível do que sua carreira significava como músico. Mas sua incontrolável paixão o fez retornar, e realizou grandes concertos, comprou novos instrumentos e tentou utilizar o movimento de suas mãos criando um estilo único de tocar e aproveitar ao máximo a beleza das peças clássicas. Utilizou-se da mão esquerda para suas peças e obteve extremo sucesso com esta atitude.
Ao realizar um concerto em Sofia na Bulgária, sofreu um ataque em um assalto, e um golpe na cabeça lhe fez perder parte do movimento de mãos novamente. E ao se esforçar, sofria dores intensas em suas mãos, principalmente na esquerda. Novamente pensou que nunca mais voltaria a tocar. João perdeu anos de sua carreira em tratamentos, treinamentos e encontrou novamente uma nova maneira de tocar, utilizando os dedos que podia em cada mão, mas dia a dia podia tocar menos e menos com o estilo e maestria de antigamente.
Essa paixão de João Carlos pela música inspirou um documentário franco-alemão chamado Martins Passion, vencedor de quatro festivais internacionais -- FIPA DÓR 2004; BANFF ROCKIE AWARD 2004; CENTAURO com o melhor documentário de longa-metragem, S. Petersburgo; BEST DOCUMENTARY AWARD, Pocono Mountains Film Festival, USA.O documentário franco-alemão sobre a sua vida - "Paixão segundo Martins" - já foi visto por mais de um milhão e meio de pessoas na Europa. Também já foi exibido em algumas oportunidades na TV aberta no Brasil, no caso a TV Cultura.
“Eu estava sem rumo, em 2003, já sabendo que não poderia mais tocar nem com a mão esquerda. Sonhei então, que estava tocando piano, com o Eleazar de Carvalho, que me dizia: - vem para cá, que eu vou te ensinar a reger.” - palavras de João Carlos em uma entrevista.
Em maio de 2004, esteve em Londres regendo a English Chamber Orchestra, uma das maiores orquestras de câmara do mundo, numa gravação dos seis Concertos Branndenburguenses de Johann Sebastian Bach e, já em dezembro, realizou a gravação das Quatro Suites Orquestrais de Bach com a Bachiana Chamber Orchestra. Os dois primeiros CDs já foram lançados (lançamento internacional).
Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas das partituras dos concertos, João Carlos faz um trabalho minucioso de memorizar nota por nota, demonstrando ainda mais seu perfeccionismo e dedicação ao mundo da música.
João Carlos realiza,também, na Faculdade de Música da FAAM, um programa de introdução à música com jovens carentes.
A atuação de resgatar a música para as pessoas que conhecem ou ainda nunca tiveram contato com ela faz parte deste "momento mágico" em que vive o maestro João Carlos Martins. Trabalha diariamente com pessoas de todas as camadas por querer mostrar que realmente "A música venceu!". E consegue.
[editar] Curiosidades
Em fevereiro de 2004 o crítico inglês descreve na International Piano Magazine um episódio pitoresco que aconteceu na vida de João Carlos Martins, quando após um recital no Carnegie Hall, no final dos anos 60, recebeu uma recomendação de Salvador Dalí: "Diga a todos que você é o maior intérprete de Bach, algum dia vão acreditar. Faz muitos anos que digo ser o maior pintor do mundo e já há gente que acredita". O crítico termina dizendo que João Carlos Martins não teve que esperar tanto tempo.
No carnaval 2011, será homenageado pela escola de samba Vai-Vai, com o enredo A música venceu.
Recentemente, a TV Cultura exibiu o Roda Vida ao vivo com o Maestro, o qual entre tantas partes emocionantes, também utilizou um piano digital para algumas demonstrações.
Em 14 de maio de 2010, após último capítulo da novela Viver a Vida na Rede Globo, é apresentado o depoimento emocionante de João Carlos Martins"
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Carlos_Martins
LAMENTÁVEL ... INCÊNDIO DESTRÓI ACERVO DE ANIMAIS, DE MAIS DE 100 ANOS COLETADOS, DO INSTITUTO BUTANTÃ.
Sem buscar culpados como o povão vem fazendo, normalmente, o que também não é de se estranhar: não teria uma maneira de evitar tamanho desastre? 100 anos de estudos de cientistas famosos, como aqueles que conhecemos do Instituto Oswaldo Cruz fez a coleta desses animais. Será que não teríamos que ter evitado a todo custo a perda desse acervo secular com que com certeza tinha animais até já extintos, e nunca mais teremos condições de pesquisá-lo, e nem saberemos as causas pq o mesmo foi extinto. Lamentável. Como foi comentado, alguns nem tinham entrado em linha de pesquisa pelo volume que tem de exemplares recém-descobertos, e não há cientistas para cumprir tamanha tarefa. Uma perda irreparável, e irrecuperável. Achamos que o ser humano, diante dos disparates feitos contra tudo e contra todos, não é merecedor de conhecer tanto sobre a natureza. Para que saber?? Para aprender como destruir melhor? Assim é feito nas reservas biológicas: ninguém entra, somente cientistas autorizados pelos orgãos responsáveis por aquela reserva!
Essa notícia foi dada com secundária por toda mídia. É culpa da mídia? Claro que não a culpa é de todos nós que não estamos nos importando com a natureza. Estamos "descendo morros com as casas nas costas", "por chuvas inesperadas". NADA DE INESPERADAS. INFELIZMENTE, MUITO BEM PREVISTAS.
COMO A TRAGÉDIA DE SANTA CATARINA. "Culpa foi do solo muito permeável...". E POR QUÊ ESSE SOLO PERMEÁVEL NÃO CEDEU EM OUTRAS ÉPOCAS?
TODA VEZ QUE ACONTECER UM DESASTRE NATURAL, OU MELHOR, ARTIFICIAL (CAUSADO PELO HOMEM) ARRUMAREMOS DESCULPAS NATURAIS PARA JUSTIFICAR OS NOSSOS ERROS. MAS QUEM SABE CERTA VEZ NEM CONSEGUIREMOS FALAR PARA JUSTIFICAR, PORQUE O DESASTRE NATURAL NÃO FOI SOMENTE COM OS MORADORES DE FAVELAS???
QUE DEUS OLHE POR TODOS NÓS!!!
COMO A TRAGÉDIA DE SANTA CATARINA. "Culpa foi do solo muito permeável...". E POR QUÊ ESSE SOLO PERMEÁVEL NÃO CEDEU EM OUTRAS ÉPOCAS?
TODA VEZ QUE ACONTECER UM DESASTRE NATURAL, OU MELHOR, ARTIFICIAL (CAUSADO PELO HOMEM) ARRUMAREMOS DESCULPAS NATURAIS PARA JUSTIFICAR OS NOSSOS ERROS. MAS QUEM SABE CERTA VEZ NEM CONSEGUIREMOS FALAR PARA JUSTIFICAR, PORQUE O DESASTRE NATURAL NÃO FOI SOMENTE COM OS MORADORES DE FAVELAS???
QUE DEUS OLHE POR TODOS NÓS!!!
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Poluição: plásticos em mar alto sofrem decomposição contaminando a água
Poluição: plásticos em mar alto sofrem decomposição contaminando a água 0partilharDigg.comMixx.comTechnoratidel.icio.usFacebook.comStumbleUponreddit.com
Ao contrário do que se pensava, cientistas provaram recentemente que alguns plásticos em alto mar sofrem uma rápida decomposição libertando compostos químicos na água que podem, em determinadas doses, perturbar os sistemas hormonais da fauna marinha.
Actualmente, milhares de toneladas de plásticos são lançados no mar todos os anos. Sabe-se que existem grandes massas de plásticos flutuando nos oceanos, sendo a mais conhecida a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que se localiza entre a Califórnia e o Havai e tem duas vezes o tamanho do Texas. Estes resíduos são problemáticos criando riscos para aves marinhas e outra fauna que os podem ingerir por engano, mas até hoje pensava-se que o risco associado era exclusivamente físico.
No entanto, um estudo liderado por Katsuhiko Saido, químico da Universidade de Chiba, no Japão, revelou que alguns plásticos sofrem em alto uma rápida decomposição mar libertando oligómeros como o Bisfenol A (BPA) e o PS, que outros estudos indicam que podem interferir nos sistemas hormonais dos animais.
“Descobrimos que o plástico nos oceanos efectivamente se decompõe à medida que é exposto à chuva, ao sol e a outras condições ambientais, dando origem a outra fonte de contaminação global que continuará no futuro”, afirmou o investigador japonês.
Os plásticos não se decompõem no interior do organismo dos animais que os ingerem. No entanto, as substâncias libertadas pela sua decomposição podem ser absorvidas, afirmam os investigadores. Resta agora determinar se os animais marinhos se encontram expostos a concentrações suficientemente elevadas destes compostos a ponto de se tornar problemático.
Fonte: Naturlink
http://www.mundodosanimais.com/blog/2009/poluicao-plasticos-em-mar-alto-sofrem-decomposicao-contaminando-a-agua/
Ao contrário do que se pensava, cientistas provaram recentemente que alguns plásticos em alto mar sofrem uma rápida decomposição libertando compostos químicos na água que podem, em determinadas doses, perturbar os sistemas hormonais da fauna marinha.
Actualmente, milhares de toneladas de plásticos são lançados no mar todos os anos. Sabe-se que existem grandes massas de plásticos flutuando nos oceanos, sendo a mais conhecida a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que se localiza entre a Califórnia e o Havai e tem duas vezes o tamanho do Texas. Estes resíduos são problemáticos criando riscos para aves marinhas e outra fauna que os podem ingerir por engano, mas até hoje pensava-se que o risco associado era exclusivamente físico.
No entanto, um estudo liderado por Katsuhiko Saido, químico da Universidade de Chiba, no Japão, revelou que alguns plásticos sofrem em alto uma rápida decomposição mar libertando oligómeros como o Bisfenol A (BPA) e o PS, que outros estudos indicam que podem interferir nos sistemas hormonais dos animais.
“Descobrimos que o plástico nos oceanos efectivamente se decompõe à medida que é exposto à chuva, ao sol e a outras condições ambientais, dando origem a outra fonte de contaminação global que continuará no futuro”, afirmou o investigador japonês.
Os plásticos não se decompõem no interior do organismo dos animais que os ingerem. No entanto, as substâncias libertadas pela sua decomposição podem ser absorvidas, afirmam os investigadores. Resta agora determinar se os animais marinhos se encontram expostos a concentrações suficientemente elevadas destes compostos a ponto de se tornar problemático.
Fonte: Naturlink
http://www.mundodosanimais.com/blog/2009/poluicao-plasticos-em-mar-alto-sofrem-decomposicao-contaminando-a-agua/
segunda-feira, 10 de maio de 2010
BOM SENSO...
"O bom senso é, de todas as coisas entre os homens, a mais igualmente distribuída. Todas as pessoas pensam que são tão abundantemente providas de bom senso, que até mesmo aqueles que são os mais difíceis de se satisfazer em outras coisas, normalmente não desejam uma medida maior desta qualidade que aquela que já possuem. E assim, não é provável que todos estejam bastante enganados com essa convicção, que é tomada como testemunho de que o poder de julgar corretamente e de distinguir a verdade do erro é por natureza igual em todos os homens; e que a diversidade de nossas opiniões, por conseguinte, não surge de alguns sendo dotados de uma parte maior de razão que outros, mas somente disto, que nós administramos nossos pensamentos ao longo de caminhos diferentes, e não fixamos nossa atenção nos mesmos objetos. Ser possuidor de vigorosos poderes mentais não é o bastante; o requisito principal é justamente saber aplicá-los bem . As maiores mentes, assim como são capazes das maiores excelências, estão igualmente abertas às maiores aberrações; e aqueles que caminham muito lentamente podem fazer maiores progressos, contanto que sempre mantenham-se convictos em seu caminho, que aqueles que, enquanto correm, o abandonam."
René Descartes
René Descartes
domingo, 2 de maio de 2010
MONTEIRO LOBATO.
"Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira - mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum." MONTEIRO LOBATO.
sábado, 1 de maio de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
Queridos amigos esperamos que tenham gostado do nosso blog!
Comentem. Qualquer comentário já nos ajuda muito..
Comentem. Qualquer comentário já nos ajuda muito..











